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segunda-feira, 2 de novembro de 2015

Selos do bicentenário de Orgulho e Preconceito

Como sabemos, em 1813 Orgulho e Preconceito era publicado na Inglaterra, e para comemorar dois séculos de sua publicação, em 2013 a Royal Mail (isso mesmo, o correio da Rainha) comercializou selos e cartões comemorativos à esse bicentenário. As ilustrações são de autoria de Angela Barrett e a produção de Webb and Webb. São um total de seis selos referente as principais obras de Austen: Orgulho e preconceito, Razão e Sensibilidade, Persuasão, A abadia de Nothanger, Palácio das Ilusões e Emma (lembrando que 2015 é o ano do bicentenário desta obra).

Imagens dos selos:


Lizzy admirando o retrato de Mr. Darcy em Pemberley.








Escrito por Paulinha.

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Pride and Prejudice - Having a Ball


Em comemoração aos 200 anos de publicação do nosso saudoso "Orgulho e Preconceito", em 2013 a BBC Two produziu um documentário sobre todo o planejamento e execução de uma baile de verdade no período georgiano. "Having a Ball" ou "Tendo um Baile" é apresentado por Amanda Vickery e Alastair Sooke, e nos levam em uma surpreendente viagem no tempo, para que possamos entender todo aquele universo deslumbrante do baile de Pemberley quando Mr. Darcy dança com Elizabeth. Junto com um time de profissionais, organizaram um baile de Regência em Chawton House levando em consideração vários aspectos, inclusive música, dança, comida e vestuário.

Amanda Vickery e Alastair Sooke
Todo o ensaio dos atores para dançar no baile me impressionou bastante, a iluminação por velas é magica. Me pego imaginando personagens da nossa querida Julia Quinn conversando naqueles locais menos iluminados, pois os personagens de Quinn não respeitam tanto o código de conduta como os de Austen. 

No documentário a BBC consegue nos envolver em toda essa aura romântica, na qual muitos de nossos romances preferidos acontecem.



Link para baixar o documentário:
http://www.omelhordatelona.biz/pride-and-prejudice-having-a-ball/

Escrito por Paulinha.



sábado, 29 de agosto de 2015

Nicholas Sparks


Nicholas Sparks, escritor, roteirista e produtor estadunidense
Nicholas Charles Sparks nasceu em Omaha, Nebrasca, no dia 31 de dezembro de 1965. É filho de Patrick Michael Sparks, um professor universitário de negócios e de Jill Emma Marie Sparks, uma dona de casa. 




Sparks é o segundo de três filhos. Michael Earl Sparks (Micah), seu irmão mais velho e Danielle (Dana) a caçula, que faleceu aos 33 anos com um tumor no cérebro, a mesma serviu de inspiração para criar a personagem principal na obra “Um Amor para Recordar”.


irmãos de nicholas sparks
Nicholas, Diana e Micah
Quando Sparks tinha oito anos, o seu pai decidiu dar prosseguimento aos seus estudos na Universidade de Minnesota e Universidade do Sul da Califórnia, o que fez com que a família se mudasse para diferentes locais, entre eles Watertown, Minnesota, Inglewood, Califórnia, Playa del Rey, Los Angeles e Grand Island, Nebraska. Em 1974, o seu pai conseguiu o emprego como professor de negócios na Universidade Estadual de Califórnia, Sacramento, onde ensinava teoria e gestão comportamental. Dessa forma, sua família se estabilizou em Fair Oaks, Califórnia, onde Sparks viveu sua juventude.


Após se formar como o melhor da turma em 1984 e ser o orador oficial da Bella Vista High School, se inscreveu na Universidade de Notre Dame, onde ganhou uma bolsa de estudos. Sparks se formou em finanças corporativas e se graduou com honras em 1988. Quando ainda frequentava a faculdade, Sparks escreveu seu primeiro romance, “The Passing”, enquanto estava na casa de verão entre os calouros até o seu segundo ano na Universidade de Notre Dame. Ele também escreveu outro romance em 1983, também nunca publicado, “The Royal Murders”.

Ainda em 1988, Nicholas Sparks conheceu sua futura esposa, Cathy Cote de Nova Hampshire, enquanto estava em férias por causa da semana de primavera. Eles se casaram em 22 de julho de 1989 e se mudaram para New Bern, Carolina do Norte. Infelizmente o escritor anunciou no início deste ano que se separou da mulher, Cathy Sparks, com quem teve cinco filhos, após uma união de 25 anos.

“Cathy e eu nos separamos. Essa não é claro, uma decisão que tomamos sem refletir. Nós continuamos a ser amigos próximos com profundo respeito um pelo outro e amor por nossos filhos. Pelo bem dos nossos filhos, nós consideramos isso um assunto privado", afirmou em comunicado.
 Nicholas Sparks sempre se referiu a Cathy como sua musa inspiradora:
"Todos os meus romances têm elementos autobiográficos. Quase todos meus personagens femininos são baseados na minha esposa, por exemplo. Ela é inteligente, engraçada, leal, amável, forte, com um coração de ouro. Boa parcela dos meus personagens acaba sendo assim também".
Nicholas e sua ex-esposa, Cathy

Voltando a 1988, após se formar, Sparks buscou ofertas de trabalho com editoras ou vagas para estudar direito, mas foi rejeitado em ambas as tentativas. Então, nos três anos seguintes, tentou outras carreiras, incluindo avaliação imobiliária, garçom, vendedor de produtos odontológicos por telefone e até mesmo tentou começar uma manufatura.

Em 1990, ele co-escreveu “Wokini: A Lakota Journey to Happiness” e “Self-Understanding” com Billy Mills. O livro foi publicado pela Feather Publishing, Random House e Hay House, e vendeu aproximadamente 50,000 cópias no primeiro ano após o lançamento.

Em 1992, Sparks começou a vender produtos farmacêuticos e, no ano seguinte, foi transferido para Washington, DC. Foi nessa época que ele escreveu outro romance em seu tempo livre, “The Notebook” (Diário de uma paixão). Dois anos depois, ele foi descoberto pela agente literária Theresa Park, que leu o manuscrito de “The Notebook” na sua agência e se ofereceu para ser sua representante. Em outubro de 1995, Sparks garantiu um adiantamento de $1 milhão para “The Notebook” vindo do Time Warner Book Group. O romance foi publicado em outubro de 1996 e entrou na lista de best-sellers no New York Times em sua primeira semana de lançamento.

Desde então, escreveu diversos best-sellers, dos quais nove foram adaptados em filmes: “Message in a Bottle” (Uma carta de amor, 1999), “A Walk to Remember” (Um amor para recordar, 2002), “The Notebook” (Diário de uma paixão, 2004), “Nights in Rodanthe” (Noites de tormenta, 2008), “Dear John” (Querido John, 2010), “The Last Song” (A última música, 2010), “The Lucky One” (Um homem de sorte, 2012), “Safe Haven” (Um porto seguro, 2013), “The Best of Me” (O melhor de mim, 2014) e “The Longest Ride” (Uma longa jornada, 2015).

Abaixo uma lista das obras de Nicholas Sparks já publicadas e as que já estrearam em nossas telinhas:

nicholas sparks e esposa

Caso vocês queiram conhecer um pouco mais esse escritor que tanto admiro, entra lá no site oficial e dá uma olhada em suas obras http://nicholassparks.com/

Escrito por kerolainy!

Beijos, Kerolainy e Paulinha.

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Julia Quinn: a nossa Jane Austen contemporânea?


O que Julia tem em comum com Jane além da primeira letra do nome? Deixando de lado essa minha piada grotesca, ambas são romancistas populares que criam histórias ambientadas na Inglaterra do século XIX, e fazem com que nos apaixonemos por seus mocinhos e mocinhas de forma arrebatadora. E é uma verdade universalmente conhecido que: elas deveriam ser presas por isso.

Enquanto nossa querida Austen nasceu em Steventon, Inglaterra, a mais de 200 anos, Julia Quinn nasceu em 1970 em Nova Iorque, Estados Unidos. Julia se formou em Harvard e Radcliffe, começou a escrever seu primeiro romance um mês depois que terminou a universidade. Ela começou a estudar medicina em Yale (como vocês podem ver a moça têm um currículo invejável), mas com a compra de seu terceiro romance passou a se dedicar exclusivamente à escrita.

Conheci as obras de Quinn a partir das minhas pesquisas sobre romances históricos, o primeiro livro que li dela foi “O duque e eu”, e para quem não sabe esse é o primeiro volume da serie "Os Bridgertons". Logo fiquei apaixonada pelo Simon, e encantada pela Daphne e toda a sua enorme e barulhenta família e não consegui parar de ler.

Justamente na escrita Quinn e Austen se diferenciam bastante, mas também não era para menos só o nosso icônico Orgulho e Preconceito tem um pouco mais de dois séculos de idade. As obras de Jane Austen podem vir a ter um caráter sociológico por representarem um relato escrito da sociedade do período Regencial, mesmo se tratando de romances é claro. Já Julia nos traz uma leitura leve, que também é ambientada no mesmo período, porém é claro, com uma escrita diferente e seus romances tem sempre um momento mais hot entre os casais, coisa que nas obras de Austen não existe.

A série Os Bridgertons pode ser considerada as obras do ápice da carreira de Julia, porém ela tem vários outros livros que estão compreendidos nas séries: Bevelstoke, Agentes da Coroa, Blydon,Os dois duques de Wyndham e Smithe-Smith Quartet . A editora Arqueiro está lançando Os Bridgertons, e por sinal o sexto livro da série O conde enfeitiçado foi lançado esse mês, aqui no Brasil. Essa série é composta por oito livros um para cada Bridgertons e provavelmente teremos um nono contando a historia de Violet Bridgerton, afinal é justo nós sabermos um pouco mais sobre a matriarca desse imenso clã e seu amando Edmund.

Imagens das capas dos Bridgertons já lançadas aqui no Brasil:




A Arqueiro também pretende lançar aqui no Brasil as séries: Bevelstoke e Smithe-Smith Quartet para nossa sorte, é claro. 

Por nos seduzir de uma forma tão única, Julia é considerada por muitos colunistas a Jane Austen contemporânea, e esta reles blogueira têm grande admiração e amor pelos romances de Quinn, afinal todo livro é um tesouro, por assim dizer e com sua escrita Julia deixa nossos dias mais leves e nossos corações mais esperançosos.

E para quem tem curiosidade sobre o título dos outros livros, aqui vai a árvore genealógica da família:


E se alguém conhecer algum outro livro de Quinn, e queira compartilhar conosco, deixe o nome aqui nos comentários.

Texto escrito por: Paulinha.

Beijos, 
Kerolainy e Paulinha.